Guias
Como configurar, testar e escolher. Cada guia trata de uma situação.
Configurar
- Entrar com usuário e senha, ou autorizando o IP — Duas formas de provar que a conexão é sua.
- Os formatos de uma lista de endereços — A mesma lista em quatro jeitos de escrever.
- Endereço fixo ou endereço que troca — O que vendemos é fixo. Endereço que troca a cada pedido é outro produto.
- Escolher de onde o endereço sai — A escolha é o país que o site vai ver, não o país onde você está.
- Quantos endereços você precisa — A conta começa pelo que acontece ao mesmo tempo, não pelo total do dia.
- Quantos endereços para cada tarefa — O número muda com a tarefa. A conta é a mesma.
- Banda, tarefas e conexões ao mesmo tempo — A banda não tem limite. O limite é quantas conexões um endereço segura de uma vez.
- O que um proxy faz — O site vê o endereço, não a sua conexão.
- Squid na sua rede — O intermediário da sua rede sai pelo endereço que você comprou.
- Trocar de endereço pelo navegador — Um perfil direto e um perfil pelo endereço comprado.
Testar e corrigir
- Testar uma lista inteira — A ordem que separa endereço bom de endereço morto.
- Quando um endereço dá erro — Três perguntas antes de trocar qualquer coisa.
- A reputação de um endereço — Lista de bloqueio é um sinal, não uma sentença.
- Quando a resposta demora demais — Tempo esgotado é medida, e medida se compara.
- Conexão recusada — A porta nem atendeu.
- A autenticação falhou — O endereço existe. Quem não passou foi o usuário, a senha ou o IP.
- Ler o resultado de um WHOIS — O registro diz quem responde pelo bloco, não quem está usando o endereço.
- Página bloqueada: por onde começar — Cada tipo de bloqueio pede uma ação diferente.
Navegador
- Configurar o endereço no navegador — Host, porta e autenticação. O resto é consequência.
- O navegador não sai pelo endereço — Quase sempre é porta, extensão ou configuração duplicada.
- O Selenium não está usando o endereço — O navegador controlado abre, mas sai pelo IP da máquina.
- Vazamento de DNS e de WebRTC — O endereço troca o IP da página. Não troca tudo que o navegador conta.
- O país do endereço aparece errado — Localização por IP é estimativa, e cidade é a parte fraca.
- Endereço no Android — Proxy manual no Wi-Fi ou aplicativo com SOCKS5.
Código
- Usar o endereço em código — A linha é a mesma. Muda o jeito de escrever em cada ferramenta.
- Usar o endereço com cURL — Uma opção a mais na linha de comando.
- Usar o endereço em Python — O dicionário proxies da biblioteca requests.
- Usar o endereço em Node.js — fetch, axios e undici recebem o endereço de jeitos diferentes.
- Usar o endereço com Selenium — O navegador controlado recebe host e porta. A senha pede um passo a mais.
- Usar o endereço com Playwright — A configuração de proxy fica no lançamento do navegador.
- Usar o endereço com Puppeteer — O argumento do Chrome mais a autenticação da página.
- Usar o endereço com Scrapy — O endereço entra no middleware, não no spider.
- Usar o endereço com HTTPX — Funciona no cliente síncrono e no assíncrono.
- Usar o endereço com aiohttp — O endereço vai em cada requisição, ou num conector.
- Usar o endereço no PowerShell — O cmdlet pede o endereço e a credencial separados.
- Usar o endereço no Postman — A configuração fica nos ajustes do programa, não na requisição.
- Usar o endereço no Docker — Build e execução leem variáveis diferentes.
- Usar o endereço no n8n — O nó de requisição HTTP tem campo próprio para isso.
- Java com endereço próprio — Propriedades de proxy antes de abrir a conexão.
- PHP com endereço próprio — cURL com o endereço na opção de proxy.
- C# com endereço próprio — HttpClient com proxy e credenciais.
- wget com endereço próprio — http_proxy e https_proxy separados.
Comparar
- Dedicado ou compartilhado — A diferença é quantas pessoas usam o endereço além de você.
- Datacenter ou residencial — Vendemos datacenter. Residencial é outro produto, cobrado por tráfego.
- HTTP ou SOCKS5 — Os dois estão em todo endereço. Muda a porta.
- IPv4 e IPv6: o que muda para quem usa proxy — Nossos endereços são IPv4; a diferença aparece no destino.
- Endereço pago ou lista grátis — Lista grátis é compartilhada por milhares de desconhecidos.
- Preço por endereço ou preço por gigabyte — Cobramos o pacote por mês. A banda não entra na conta.
- Proxy de saída e proxy reverso — Um não substitui o outro.
- Endereço por programa ou VPN para tudo — Controle por tarefa ou proteção da máquina inteira.
Usos
- Acompanhar preço de loja — Um endereço por mercado, fixo, para o número ser comparável.
- Verificar anúncio por região — O anúncio que aparece depende do país de quem abre.
- Acompanhar posição de busca por região — Resultado de busca é local. O endereço decide qual resultado você vê.
- Testar API por região — Endereço fixo entra em lista de acesso. Endereço que muda, não.
- Testar site em outro mercado — Ver a página como quem abre ela de outro país.
- Endereço para coleta de dados — Volume pede mais endereços. Não pede endereço diferente.
- Preparar endereço para um lançamento — Teste um dia antes. Na hora não é hora de descobrir erro.
- Usar o endereço no celular — A configuração fica no Wi-Fi, não no aplicativo.
- Um endereço para cada conta — Contas que precisam estar separadas não podem sair do mesmo IP.
- Endereço para redes sociais — Endereço fixo e dedicado. Um por conta.
- Endereço para cada rede — A regra é uma só, seja qual for a rede.
- Endereço e WhatsApp — Teste antes de comprar achando que funciona.
- GSA Search Engine Ranker com endereço próprio — A ferramenta aceita lista em arquivo, em um dos quatro formatos.
- Scrapebox com lista própria — Lista em arquivo, um endereço por linha.
- Lojas e marketplaces — Uma conta por endereço, um endereço só para leitura.
Listas grandes
- Cuidar de uma lista grande — Lista grande sem manutenção vira lista de endereço morto.
- Quantidade não é diversidade — Cem endereços no mesmo bloco caem juntos.
- Endereço fixo para lista de acesso — A API só aceita o que está na lista. O IP não pode mudar sozinho.